A História do Autômato
Até hoje existem artistas que constroem autômatos — pequenas máquinas hipnóticas que misturam engenharia, arte e imaginação. No fundo, eles são como um elo entre o passado e a robótica moderna.
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Um autômato é um mecanismo que opera de maneira automática, agindo como se tivesse "vontade própria" para imitar movimentos humanos ou animais. Essas criações mecânicas são apresentadas como as precursoras da robótica moderna e da automação industrial. Além do aspecto técnico e a fascinação estética existem os debates filosóficos projetados nessas estruturas.
A trajetória histórica dos autômatos, tem sua origem na Grécia Antiga (com Heron de Alexandria) e no mundo árabe até o seu apogeu no século 18. No século 18 podemos citar Jacques de Vaucanson, Jaquet-Droz e Wolfgang Von Kempelen que criou o famoso e polêmico “O Turco”, um suposto autômato jogador de xadrez que desafiou Benjamim Franklin e até venceu Napoleão Bonaparte em uma partida. Embora fosse uma ilusão mecânica que escondia um mestre de xadrez em seu interior.
A arte dos autômatos permanece viva através de mestres contemporâneos como os Suiços Michel Bertrand e François Junod, o Britâncio Keith Newstead e Paul Spooner, o Americano Dug North e os brasileiros Eduardo Salzane, Agnaldo Pinho. Só para ter uma ideia, teve um Automato Gigante no Midburn, uma versão israelense do famigerado Burning Man Americano.
A Organização CMT Cabaret Mechanical Theatre mantém exposições principalmente no Reino Unido e se quiser assinar uma revista dá pra ler a Automata Magazine (6 edições ao ano) de graça e eles recomendam alguns livros. Além disso Eduardo Salzane abre cursos para criação e princípios sobre Autônomos.
Foto: Fonte Automata Magazine, March Issue 2026
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